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Dados Sob Medida: Por que um BI Personalizado supera as soluções de prateleira - Blog Develsoft

Dados Sob Medida: Por que um BI Personalizado supera as soluções de prateleira

Dados Sob Medida: Por que um BI Personalizado supera as soluções de prateleira

Estamos vivendo a era de ouro dos dados, mas ironicamente, nunca foi tão difícil para um executivo obter uma resposta simples de seus dashboards. Ferramentas de mercado como PowerBI, Tableau ou Looker são maravilhas da engenharia, mas elas sofrem do que chamo de "Síndrome do Canivete Suíço": tentam fazer tudo para todos, e acabam não sendo perfeitas para ninguém.

A experiência de usar um BI de mercado muitas vezes se resume a lutar contra a ferramenta. Você paga licenças caras por usuário, contrata consultores para "domar" a plataforma, e no final, entrega para sua diretoria um painel lento, cheio de menus que ninguém usa e que exige um treinamento robusto apenas para realizar filtros básicos.

Existe um caminho alternativo, reservado para empresas que entendem que seus dados são seu maior ativo estratégico: o Business Intelligence "Bespoke" (Sob Medida).

A Diferença entre "Comprar" e "Construir"

Imagine a diferença entre comprar um terno em uma loja de departamento e fazer um com um alfaiate. O terno da loja (SaaS) é rápido e resolve o problema imediato, mas a manga pode ficar longa, o tecido não é exatamente o que você queria, e ele possui limitações claras de ajuste.

O BI Sob Medida é o terno do alfaiate. Ele é desenhado milímetro a milímetro para o corpo da sua empresa. Segundo análises de mercado, soluções personalizadas oferecem controle total sobre funcionalidades e segurança, algo muitas vezes rígido em plataformas genéricas [1].

1. Integração Nativa e Real-Time

Em vez de processos de ETL (Extração, Transformação e Carga) complexos que rodam à noite e entregam dados "frios" (D-1), um BI personalizado pode se conectar diretamente às réplicas de leitura do seu banco de dados ou APIs internas. O resultado é a eliminação de silos de dados, criando uma visão unificada que ferramentas prontas muitas vezes lutam para consolidar [2].

2. User Experience (UX) Radicalmente Simples

Ferramentas genéricas têm centenas de funcionalidades porque precisam atender desde pequenas operações até multinacionais. Seu BI exclusivo terá apenas o que sua operação precisa. A simplicidade reduz a curva de aprendizado e foca no que realmente importa: a tomada de decisão [3].

3. O Fim da "Taxa de Sucesso" (Licenciamento)

SaaS pune o seu crescimento. Quanto mais funcionários precisam de acesso aos dados, mais cara fica a fatura no final do mês. No desenvolvimento próprio, o custo dilui-se no longo prazo (ROI), eliminando taxas recorrentes de licenciamento que podem escalar indefinidamente em grandes equipes [4].

O Outro Lado da Moeda (Os Contras)

Como engenheiros seniores, devemos ser honestos: construir não é para todos.

  • Time-to-Market Inicial: Enquanto um SaaS pode ser conectado rapidamente, um sistema próprio exige tempo de arquitetura e desenvolvimento.
  • Responsabilidade de Manutenção: A infraestrutura é sua responsabilidade. É preciso ter parceiros tecnológicos confiáveis para garantir a disponibilidade e evolução da plataforma [1].

Veredito: Quando migrar?

A solução de prateleira é excelente para validar hipóteses e para operações iniciais. Mas chega um momento na maturidade de uma empresa onde o "padrão de mercado" se torna um limitador.

Se sua empresa tem processos únicos, dados sensíveis que exigem governança específica, ou se a equipe gasta mais tempo operando a ferramenta do que analisando os dados, talvez seja a hora de visitar o alfaiate.


Referências & Ferramentas Citadas: